Poderíamos chamar-lhe de tudo, mas podemos simplificar e chamar "ficar sem".
Todas as separações sejam elas por mútuo acordo ou não, acabam por nos afetar, nos derrotar.
Engane-se quem pensar que para alguma das partes é simples, fácil talvez.
Pois não sei do que pensam os outros, mas poderei com toda a certeza falar de mim.
Não é fácil, não é simples, são decisões muito complicadas em quando temos rebentos à mistura ainda se agudizam muitíssimo mais.
Não há nada que pague, ninguém que iguale, o abraço que nos nossos filhos, sentir o seu cheiro, que é nosso, e ser presenteados quando lhes damos um beijo de boa noite com um. Adoro-te PAI/MAE.
Passei um “ficar sem” e estou em condições de vos dizer, que é muito complicado, para ambas as partes, são vidas que inicialmente seriam para seguir juntas, com planos comuns, e de repente por força das circunstancias, falta de compatibilidade absoluta, há uma tomada de decisão. “ficar sem”
Sem tudo, sem os planos, sem o cheiro dos filhos todos os dias, sem os ver a crescer, sem a pessoa a quem nos entregamos e não nos soube cuidar, dar a devida atenção ou respeito pelo que realmente, éramos /somos/nos tornamos .
Mais uma vez reforço a minha ideia. “ficar sem” não é bom para ninguém.
Pode haver quem pense, que a outra pessoa, mudou de par e está bem, não sofre.
Não acredito.
Não se apaga uma história da nossa vida, rabiscando com tinta mais carregada por cima.
Depois existem os casos mal resolvidos. Muito mal resolvidos.
Quem é a arma de arremesso? Verdadeira bola de ping-pong?
As crianças, que seus pais do “ficar sem”, ficaram completamente sem juízo na puta da cabeça, usando-se de seus descendentes como se de funcionários dos correios se tratassem, levando e trazendo mensagens envenenadas, pensamentos distorcidos. Nunca concordei com isto. Nunca o fiz, nem nunca permiti que o fizessem comigo.
Mesmo porque em boa verdade vos digo, nossos lindos meninos/as, rapidamente aprendem que podem beneficiar do ”ficar sem”, para rapidamente ficarem com tudo. Muito espertos, se é que me entendem!
O capítulo final é quando realmente nos perdoamos. Sim perdoamos a nós próprios. “Ficamos Sem” por vontade, porque não dava mais.
Porque temos direito a ser felizes mesmo que seja com algum sofrimento, causado pela dor que nos separa temporariamente, de quem nos é mais que tudo no universo. Nossos filhos.
Não estou a desvalorizar separações que não englobem filhos, mas meu amigos, não é a mesma coisa.
Quando nos conseguimos perdoar, livrar-nos de todas as questões.
Porque tive eu que “ficar sem”?
Onde falhei neste percurso?
O que poderia eu fazer para que isto não tivesse acontecido?
E muitas outras questões, que o nosso mais íntimo faz o favor de nos colocar, e pôr á prova, a nossas capacidades e a nossa resiliência.
Só aí, vamos dar um passo em frente e de certa forma conseguir perdoar o outro/a, deixar que siga sua vida sem nossa sombra.
Acreditem ou não, é muito libertador, é um peso que nos sai das costas.
Por isso “ficar sem”, é muito mais que perder, mas podemos sempre acrescentar, só temos que abrir o peito, desocupar e dar espaço para outro alguém entrar.
Todas as separações sejam elas por mútuo acordo ou não, acabam por nos afetar, nos derrotar.
Engane-se quem pensar que para alguma das partes é simples, fácil talvez.
Pois não sei do que pensam os outros, mas poderei com toda a certeza falar de mim.
Não é fácil, não é simples, são decisões muito complicadas em quando temos rebentos à mistura ainda se agudizam muitíssimo mais.
Não há nada que pague, ninguém que iguale, o abraço que nos nossos filhos, sentir o seu cheiro, que é nosso, e ser presenteados quando lhes damos um beijo de boa noite com um. Adoro-te PAI/MAE.
Passei um “ficar sem” e estou em condições de vos dizer, que é muito complicado, para ambas as partes, são vidas que inicialmente seriam para seguir juntas, com planos comuns, e de repente por força das circunstancias, falta de compatibilidade absoluta, há uma tomada de decisão. “ficar sem”
Sem tudo, sem os planos, sem o cheiro dos filhos todos os dias, sem os ver a crescer, sem a pessoa a quem nos entregamos e não nos soube cuidar, dar a devida atenção ou respeito pelo que realmente, éramos /somos/nos tornamos .
Mais uma vez reforço a minha ideia. “ficar sem” não é bom para ninguém.
Pode haver quem pense, que a outra pessoa, mudou de par e está bem, não sofre.
Não acredito.
Não se apaga uma história da nossa vida, rabiscando com tinta mais carregada por cima.
Depois existem os casos mal resolvidos. Muito mal resolvidos.
Quem é a arma de arremesso? Verdadeira bola de ping-pong?
As crianças, que seus pais do “ficar sem”, ficaram completamente sem juízo na puta da cabeça, usando-se de seus descendentes como se de funcionários dos correios se tratassem, levando e trazendo mensagens envenenadas, pensamentos distorcidos. Nunca concordei com isto. Nunca o fiz, nem nunca permiti que o fizessem comigo.
Mesmo porque em boa verdade vos digo, nossos lindos meninos/as, rapidamente aprendem que podem beneficiar do ”ficar sem”, para rapidamente ficarem com tudo. Muito espertos, se é que me entendem!
O capítulo final é quando realmente nos perdoamos. Sim perdoamos a nós próprios. “Ficamos Sem” por vontade, porque não dava mais.
Porque temos direito a ser felizes mesmo que seja com algum sofrimento, causado pela dor que nos separa temporariamente, de quem nos é mais que tudo no universo. Nossos filhos.
Não estou a desvalorizar separações que não englobem filhos, mas meu amigos, não é a mesma coisa.
Quando nos conseguimos perdoar, livrar-nos de todas as questões.
Porque tive eu que “ficar sem”?
Onde falhei neste percurso?
O que poderia eu fazer para que isto não tivesse acontecido?
E muitas outras questões, que o nosso mais íntimo faz o favor de nos colocar, e pôr á prova, a nossas capacidades e a nossa resiliência.
Só aí, vamos dar um passo em frente e de certa forma conseguir perdoar o outro/a, deixar que siga sua vida sem nossa sombra.
Acreditem ou não, é muito libertador, é um peso que nos sai das costas.
Por isso “ficar sem”, é muito mais que perder, mas podemos sempre acrescentar, só temos que abrir o peito, desocupar e dar espaço para outro alguém entrar.
Queres entrar??

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